Answer
O principal mecanismo de falha é a fratura por fadiga iniciada por tensões de tração nas cristas e vales das ondas. Em aplicações de alta frequência, o 'choque de ondas' ou oscilação dinâmica ocorre se a frequência operacional se aproxima da frequência natural da mola $\nu = \frac{1}{2 \pi} \sqrt{\frac{k g}{W}}$. Isso leva a um estresse excessivo localizado. A análise de molas quebradas frequentemente revela “marcas de praia” na face da fratura, indicativas de fadiga. A mitigação envolve garantir que a tensão operacional $\sigma$ permaneça abaixo do limite de fadiga em um diagrama de Goodman, onde $\sigma = \frac{3 π P D_m}{4 b t^2 n^2}$. O uso de shotpeening em materiais como SAE 1070 ou 17-7PH pode introduzir tensões residuais compressivas na superfície, deslocando efetivamente a tensão média para baixo e estendendo o ciclo de vida em uma ordem de grandeza.